Em loop eterno: Brandon Flowers

>>> Dá play aí <<<

Gente “tô presa” nesse clipe!! É muito amor e identificação!!
“Lonely Town” tanto quanto as outras três músicas que Brandon Flowers já liberou do seu álbum “The Desire Effect”, estão em repeat AND loop eterno na minha playlist. Lá no canal do Youtube dele tem tudo!

E esse clipe, ah esse clipe… Vontade de viver dentro dele! Essa coisa Anos 80 tá super presente no “The Desire Effect” que será lançado ainda neste mês. Música é como a moda, né? Tem essa coisa da nostalgia, das inspirações, um “quê” de “isso me remete a algo…” que dá essa sensação – que para mim é uma delícia, bom, eu sinto isso!

*Brandon Flowers é mais conhecido como o vocalista à frente do The Killers, mas sua carreira solo já rendeu um primeiro álbum “Flamingo” de 2010 e também muitos elogios. O som é diferente do que ele faz ao lado de seus companheiros de banda, e eu aprovo! Sou mega fã do Killers e – consequentemente – do Brandon Flowers!!! (que é um gato um fofo um tudo de bom). 

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Em um relacionamento sério com: Spotify

Sou dessas que demoram “aceitar” algumas coisas, tipo faço a apegada a velhos costumes. Principalmente no quesito musical. Comprar CD era um dos meus programas favoritos! Buscar aquele álbum raro, ficar horas nas lojas… Amava demais! Foi muito difícil aceitar que eu precisava ter os CDs/músicas comigo no computador, ou que eles ocupavam espaço demais no carro – isso quando não os roubavam no estacionamento #verdades… Isso foi quando me rendi ao iPod. Deixo claro que fui usuária do saudoso Napster nos tempos áureos, mas somente para raridades. Não baixava os álbuns de estúdio justamente porque eu tinha prazer em comprá-los! Hoje, meu MacBook sequer tem entrada para CD, ou seja, tive que encarar que, ou baixava tudo e deixava num HD externo #trampo ou ouvia online (o que me deixou por muito tempo viciada em GrooveShark – mas que toda vez que a internet falhava era um caos).

Após introduzir meu drama, chega a hora de assumir: EXISTE COISA MAIS GENIAL QUE O SPOTIFY????
Várias pessoas me indicaram, e eu demorei para instalar. Tipo “não, vou continuar fazendo download, me deixa” – sabe bem cabeça dura? EU.

Eis que me rendi. Um certo dia, sem fazer alarde, instalei. Experimentei a conta premium e quando vi não vivia sem. Tipo tava tranquila em casa com os amigos, escolhia a playlist “Jantar com Amigos” e pronto tava feita minha trilha sonora. Voltei do Lollapalooza totalmente louca para ouvir tudo do Young The Giant, Led Zeppelin… e voilá todas as músicas!!! Simply Red lançou na última segunda-feira #tôloca o 1º single do próximo álbum e já está lá. Ou seja, acabou aquela loucura pra encontrar o que quer que seja musicalmente falando. Vai lá e busca É o Tchan? Tem. E não é piada não.

stopify 1

Aí que como sou totalmente ligada à música, e às vezes conto “minhas descobertas” por aqui, nada mais justo que esse desabafo em forma de dica. O aplicativo é super fácil de usar, intuitivo mesmo, sem frescura. No computador a interface fica maior – obviamente. Todo dia tem novidade, e o mais legal é que o programa vai sacando qual é sua, sabe? Tipo sugere bandas, músicas e gêneros compatíveis com o que você tem escutado. Eu não sei mais o que seria da minha vida sem #aquelas. Atualmente uso a conta família, que é uma mão na roda porque é premium e é um valor menor que soma à outra conta.

Nota: Ainda tenho – com certo orgulho! – uma coleção linda de CDs em casa. Volta e meia compro um ou outro, acho que vale, sabe? Amo essa coisa física de “pegar” – no caso, o CD. Mas confesso que não lembro a última vez que liguei meu som para efetivamente colocar um para tocar. Tô pensando em adquirir um tocador de vinil, porque acho lindo e também tenho algumas raridades comigo. Sem contar que, agora com essa febre de vinil tem várias coisas bacanas…

Nota 2: não é propaganda. Sei que existem outros aplicativos/programas com propostas similares. (aceito indicações!)
E posso inclusive conhecer outro melhor em breve, por que não? Conto minhas experiências aqui!

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Mais pé no chão

Tenho observado por aí uma incompreensível necessidade de se conquistar as coisas a partir de atitudes/ações que devem ou deveriam ser reconhecidas. Sabe quando se tem a impressão de que tudo está ensaiado para poder “chamar a atenção”?! Sobe-se no salto, monta-se a cena e… espera-se os aplausos.

Eis que tenho percebido que as pessoas que são reconhecidas e “adoradas” genuinamente por algo, são justamente as que tem o pé no chão – ainda bem! As que fazem seu trabalho, as que são o que são, as que ganham (e não exigem!) méritos, as que surpreendem. As pessoas que não se deslumbram…

Seremos reconhecidos pelo o bem que fazemos. Isso, aliás tem sido algo no qual tenho pensando muito… o bem.
Não o bem como antônimo de mal e sim o que se sente e faz gratuitamente. O que se faz pra alma de dentro pra fora.  Seja lá como, onde ou porque fazemos.

Tiremos o salto. Quando todos estamos descalços percebemos que “estamos todos no mesmo andar”.

pés no chão

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